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Uma psicóloga hospitalar acompanha paciente em estágio terminal de doença degenerativa, o qual recusou procedimentos invasivos e optou por cuidados paliativos, decisão acolhida pela equipe multiprofissional. No momento de elaborar o registro psicológico em prontuário, a profissional deve considerar as Resoluções do CFP sobre documentos psicológicos (CFP nº 006/2019), o Código de Ética Profissional (CFP nº 010/2005) e os direitos do paciente previstos na Lei nº 10.241/1999 e na Lei nº 8.080/1990. À luz desses referenciais, qual conduta de registro é ética, técnica e legalmente adequada?
Em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) situado em território marcado por desemprego e alta vulnerabilidade, a equipe observa aumento da demanda por benefícios eventuais e conflitos familiares associados à violência econômica. Considerando as diretrizes do SUAS (Lei nº 8.742/1993 e PNAS/2004) e os princípios da Psicologia Social e Comunitária, qual ação do(a) psicólogo(a) é mais coerente com a função protetiva, participativa e emancipatória da política pública de Assistência Social?
Uma psicóloga credenciada atua em avaliações psicológicas para obtenção e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em um órgão público de trânsito. Durante auditoria técnica, questiona-se o uso de testes desatualizados e a ausência de registros formais sobre critérios decisórios. Considerando as Resoluções do Conselho Federal de Psicologia relativas à avaliação psicológica (CFP nº 009/2018 e nº 001/2019), o Código de Ética Profissional (CFP nº 010/2005) e as normas do CONTRAN, a conduta técnico-legal e ética mais adequada é:
Em um serviço público de saúde, uma psicóloga atende um paciente com doença crônica que expressa sofrimento pela perda de sentido e pela objetificação do corpo em práticas biomédicas. Considerando os princípios da Abordagem Humanista e as diretrizes da atenção psicossocial no SUS, o foco de cuidado mais coerente é:
Em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), uma psicóloga realiza atendimentos em grupo e acompanhamento de usuários em diferentes contextos, incluindo o território e a convivência cotidiana. No processo de avaliação psicológica e compreensão clínica do sujeito em sofrimento psíquico, a profissional busca integrar informações provenientes de múltiplas fontes. À luz das boas práticas em Psicologia Clínica e da Saúde, das diretrizes da avaliação psicológica no âmbito do SUS (Res. CFP nº 009/2018 e nº 006/2019) e dos princípios éticos que regem a atuação pública, a conduta técnico-metodológica mais consistente é: