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A psicoterapia centrada na pessoa, formulada por Carl Rogers (1951/1997), concebe a tendência atualizante como força organizadora do funcionamento psicológico, pressupondo que o indivíduo dispõe de recursos internos para o próprio desenvolvimento quando encontra condições relacionais adequadas. O setting terapêutico, nessa abordagem, é definido menos por técnicas formais e mais pela qualidade da atitude do terapeuta. À luz desses princípios, o papel característico do terapeuta rogeriano consiste em:
A terapia cognitiva proposta por Aaron Beck (1976/2011) parte do pressuposto de que esquemas subjacentes organizam a experiência e orientam a interpretação dos eventos, predispondo o indivíduo a padrões recorrentes de distorção. Nesse enquadre, a intervenção clínica busca atuar sobre o modo como o sujeito estrutura significado e atribui valor às suas vivências. Considerando esse referencial, o foco central do processo terapêutico cognitivo é:
No modelo social cognitivo de Albert Bandura, a aprendizagem observacional resulta da interação recíproca entre fatores pessoais, comportamentais e ambientais. A noção de autoeficácia emerge como variável central para compreensão do comportamento humano, sendo mais adequadamente compreendida como:
Na teoria psicossocial de Erik Erikson, o desenvolvimento do ego se organiza em crises normativas que refletem interações entre maturação biológica e demandas socioculturais. No estágio de “Identidade versus Confusão de Papéis”, característico da adolescência, o êxito adaptativo está mais relacionado à:
O estruturalismo de Wundt e Titchener buscou isolar os componentes da consciência por meio de observação controlada e introspecção analítica, enquanto o funcionalismo de James e Dewey deslocou o foco para a utilidade adaptativa dos processos mentais. Considerando as implicações epistemológicas dessas escolas para a consolidação da Psicologia científica, é correto afirmar que o estruturalismo: