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Um policial militar, ao perseguir um foragido em alta velocidade pelas ruas da cidade, desobedece a diversas leis de trânsito, como avançar sinais vermelhos e exceder o limite de velocidade, a fim de capturar o criminoso. Sua conduta, embora cause perigo a terceiros, é amparada pelo estrito cumprimento do dever legal, pois visa à manutenção da ordem pública e à efetivação da justiça.
Um navio brasileiro, navegando em águas internacionais, é abordado e saqueado por piratas. A lei penal brasileira, em virtude da extraterritorialidade, poderá ser aplicada aos crimes cometidos a bordo, considerando o princípio da bandeira, e o local da prática do crime será considerado como sendo o território brasileiro, independentemente da localização geográfica.
João, ao tentar se defender de um ataque iminente de Pedro, que portava uma faca, acaba por desferir um golpe com um pedaço de madeira, causando a morte de Pedro. A análise posterior revela que, embora João tenha agido para se defender, os meios empregados foram excessivos e desproporcionais à agressão, ultrapassando os limites da excludente de ilicitude.
Maria, pretendendo subtrair uma joia de uma vitrine, arremessa uma pedra contra o vidro, mas erra o alvo e a pedra atinge um pedestre, causando-lhe lesões corporais. Após perceber o erro na execução, Maria desiste de subtrair a joia e foge do local, sem que o crime de furto se consume. Nesse caso, a conduta de Maria configura crime impossível, pois o resultado (subtração) não poderia se concretizar.
A taxa, enquanto espécie tributária, tem como fato gerador o exercício regular do poder de polícia ou a utilização efetiva ou potencial de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição, sendo que o serviço de iluminação pública, por sua natureza indivisível e não específico, não pode ser remunerado por meio de taxa, mas sim por contribuição específica instituída pelos municípios.