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A Política Nacional de Assistência Social (PNAS) estabelece diretrizes para a organização dos serviços socioassistenciais no Brasil. Ela visa garantir proteção social a todos que dela necessitarem, com foco especial nas famílias em situação de vulnerabilidade e risco social, fortalecendo os vínculos familiares e comunitários.
A produção de conhecimento no serviço social, seja na formação acadêmica ou na atuação profissional, é reconhecida como um fenômeno estratégico. Essa produção não se limita ao debate teórico-metodológico, mas também possui um caráter político e interventivo, influenciando as práticas e a construção de uma sociedade mais justa.
O neoliberalismo, como projeto hegemônico contemporâneo, impõe desafios significativos ao trabalho do assistente social. A precarização das políticas sociais, a individualização dos problemas e a lógica de mercado impactam diretamente a práxis profissional, exigindo novas estratégias e posturas ético-políticas.
Um assistente social, ao iniciar um projeto de pesquisa para compreender as dinâmicas de vulnerabilidade social em uma comunidade específica, precisa definir as etapas metodológicas. Considerando a importância da pesquisa como atribuição profissional e ferramenta de intervenção, é fundamental que ele organize o processo investigativo de forma sistemática.
Uma equipe de assistentes sociais que atua em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) em Itaitinga (CE) precisa organizar um plano de ação para o próximo semestre, visando fortalecer o vínculo comunitário e promover a participação social dos usuários. A equipe discute quais metodologias são mais adequadas para alcançar esses objetivos.