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Homem de 22 anos procura avaliação neurológica por queixas de fraqueza progressiva nos pés e pernas desde a adolescência, com piora nos últimos dois anos. Refere dificuldade para correr, tropeços frequentes e deformidades nos pés. Nega dor, crises agudas, febre ou sintomas autonômicos. Ao exame: marcha escarvante, pé cavo bilateral, atrofia dos músculos da perna em “perna em garrafa de champagne” e arreflexia difusa. Sensibilidade vibratória e proprioceptiva reduzida distalmente. Reflexo cutâneo-plantar em flexão. A eletroneuromiografia mostra polineuropatia sensitivo-motora desmielinizante simétrica e crônica.

Diante do quadro clínico e eletrofisiológico, quais são o diagnóstico correto e a terapêutica mais adequada nesse caso?
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a principal função do trato corticoespinal lateral.
Mulher de 76 anos, previamente funcional e com bom desempenho social e familiar, é trazida à consulta por seus filhos devido a uma história de esquecimento progressivo há cerca de dois anos. Inicialmente apresentava dificuldade para lembrar compromissos recentes e repetir perguntas feitas há pouco tempo. Com a progressão do quadro, surgiram dificuldades na evocação de palavras, desorientação em ambientes pouco familiares e prejuízo no manejo de finanças e organização doméstica. Não há sinais de alucinações, alterações motoras ou flutuação cognitiva. Exame neurológico mostra mini exame do estado mental (MEEM/MMSE) com 20 pontos e teste do relógio alterado.

Considerando o quadro clínico, quais são, respectivamente, o diagnóstico mais provável e a principal ferramenta complementar para confirmar o diagnóstico e orientar o manejo terapêutico? 
Homem de 28 anos, 78 kg, previamente saudável, é levado ao pronto-socorro pela equipe do SAMU após apresentar uma crise convulsiva tônico-clônica generalizada com mais de 7 minutos de duração. Segundo familiares, essa é a primeira vez que o paciente apresenta esse tipo de evento. Durante o transporte, recebeu 20 mg de diazepam intravenoso, sem resposta clínica. Na admissão hospitalar, permanece em crise convulsiva contínua, com escala de Glasgow 8, respiração irregular e saturação de O2 em 92% em ar ambiente. Sinais vitais: PA: 140/90 mmHg, FC: 110 bpm, temperatura axilar de 37,2 °C.

Considerando o protocolo de manejo do estado de mal epiléptico convulsivo refratário ao benzodiazepínico, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada como próximo passo terapêutico.
Mulher de 33 anos, com obesidade grau II (IMC 36), previamente sem doenças neurológicas conhecidas, procura atendimento por cefaleia pulsátil de início recente, presente diariamente há cerca de duas semanas. Relata turvação visual intermitente e diplopia horizontal. Ao exame neurológico, apresenta papiledema bilateral e paralisia do nervo abducente direito. A tomografia de crânio sem contraste não mostra alterações.

Com base nos dados clínicos e radiológicos, o diagnóstico mais provável é: