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Um casal, após anos de convivência e dois filhos em comum, decide se separar. Durante a disputa pela guarda dos filhos e partilha de bens, o ex-marido passa a hostilizar a ex-esposa, proferindo ofensas verbais, ameaçando-a de expor sua vida pessoal e danificando o carro dela. A mulher se sente amedrontada e busca proteção legal.
Em um contexto de violência doméstica, uma mulher busca medidas protetivas contra seu ex-cônjuge, com quem não convive há mais de um ano. A vítima alega ter sofrido ameaças e perseguições constantes por parte do ex-companheiro, que tenta reatar o relacionamento de forma agressiva e invasiva. A situação tem gerado grande temor e insegurança para a mulher.
Uma jovem procurou a delegacia relatando que sua tia, que detém sua guarda legal desde a infância, a agride fisicamente e a submete a trabalhos domésticos excessivos, impedindo-a de frequentar a escola. A tia justifica as agressões como forma de disciplina e controle, alegando que a sobrinha é rebelde e desobediente.
Uma servidora pública de Palmeira das Missões, ao analisar um caso de violência doméstica, questiona a aplicabilidade da Lei Maria da Penha em uma situação envolvendo uma nora e sua sogra. Ambas residem na mesma casa há anos, mas a relação tornou-se conflituosa após a morte do filho da sogra, que era casado com a nora. A nora alega que a sogra a humilha constantemente e tenta controlar suas finanças.
Uma mulher relata em delegacia ter sofrido agressões físicas e psicológicas de seu ex-companheiro, com quem manteve um relacionamento amoroso por cinco anos, mas com quem não reside mais. O agressor, além de ameaçá-la constantemente, danificou bens que pertenciam à vítima durante o relacionamento. A vítima busca amparo legal para cessar as agressões e garantir sua segurança.