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Um paciente de 35 anos procura atendimento em um CAPS em Araguaína (TO), relatando ouvir vozes que o xingam e o mandam fazer coisas ruins, além de sentir que está sendo perseguido por pessoas desconhecidas. Ele apresenta discurso desorganizado e dificuldade em manter o autocuidado. Esses sintomas, que se manifestam há cerca de seis meses com prejuízo significativo em seu funcionamento social e ocupacional, são indicativos de um quadro psicopatológico específico. Qual transtorno mental é mais compatível com essa descrição?
Um paciente comparece a um consultório de psicologia com queixas de ansiedade social e dificuldades em iniciar e manter relacionamentos interpessoais. O terapeuta opta por uma abordagem de psicoterapia breve de orientação psicanalítica, com o objetivo de identificar e trabalhar os conflitos inconscientes que se manifestam nas interações atuais do paciente. A intervenção deve ser focada e limitada no tempo, buscando insights sobre as dinâmicas relacionais.
Uma escola pública identificou um aumento significativo de casos de bullying entre os alunos do ensino fundamental. A equipe pedagógica, em conjunto com o psicólogo escolar, busca desenvolver um programa de intervenção que promova um ambiente mais seguro e inclusivo. É fundamental que as ações envolvam não apenas os alunos agressores e vítimas, mas também a comunidade escolar como um todo, focando na prevenção e na promoção de habilidades socioemocionais.
Um indivíduo busca acompanhamento psicológico devido a sentimentos persistentes de baixa autoestima e dificuldades em estabelecer limites saudáveis em suas relações pessoais e profissionais. O psicólogo, utilizando a psicoterapia de base psicodinâmica, propõe um trabalho focado na exploração das origens desses padrões relacionais e de autoimagem, buscando a compreensão das dinâmicas inconscientes que perpetuam o sofrimento.
Um psicólogo que atua em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) precisa planejar intervenções para um grupo de usuários com transtornos de humor. Considerando a importância da rede de apoio e do bem-estar psicológico, o profissional deve priorizar estratégias que fortaleçam os vínculos interpessoais e promovam a escuta ativa e a empatia entre os participantes, visando reduzir o estresse e a ansiedade.