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Homem de 68 anos, com história de etilismo e má nutrição, apresenta-se com quadro de dispneia e fadiga há vários meses. Ela está hipocorado 3+/4; o restante do exame físico não apresenta alterações significativas. Exames séricos: hemoglobina: 6,1 g/dL; VCM: 116 fL; leucócitos: 3.109/mm3 ; plaquetas: 98.000/mm3 ; reticulócitos: 1,0%; ferritina: 110 ng/mL (normal: 35 a 150); capacidade total de ligação do ferro: 243 mcg/dL (normal: 240 a 450); saturação de transferrina: 13% (normal: 20 a 50%); vitamina B12: 220 pg/mL (normal: 211 a 911 pg/mL); folato: 3 ng/mL (normal > 3); ácido metilmalônico: 2,8 mcg/dL (normal: < 4,7); homocisteína: 77 micromol/L (normal: < 11). Para esse paciente, a principal hipótese diagnóstica para a anemia é deficiência de
Homem de 24 anos retorna de uma expedição voluntária, de 4 semanas, em comunidades carentes no interior do Norte e Nordeste do Brasil. Ele recebeu todas as vacinas recomendadas antes da viagem, mas não realizou quimioprofilaxia para malária. Uma semana após o retorno, evolui com febre de início súbito, calafrios, mialgia e cefaleia. Ao exame físico: temperatura: 38,1 ºC; frequência cardíaca: 108 bpm; pressão arterial: 110 × 55 mmHg; ele encontra-se alerta e orientado, sem rigidez de nuca ou fotofobia; não há exantema ou linfadenopatia; há dor intensa à palpação de massas musculares das panturrilhas e em musculatura paravertebral bilateralmente, além de sufusão conjuntival bilateral; o exame dos sistemas cardiovascular, respiratório e do abdome não revela alterações. Exames séricos: neutrófilos: 8.500/mm3 ; plaquetas: 84.000/mm3 ; creatinina sérica: 1,39 mg/dL; TGP (ALT): 75 U/L; creatina quinase (CPK): 575 U/L; pesquisa de plasmódio (esfregaço/gota espessa): negativa. Diante das informações apresentadas, é correto afirmar que a principal hipótese diagnóstica é
Homem de 36 anos procura assistência médica com quadro de dor reentrante e de forte intensidade em hipocôndrio direito. A ultrassonografia de abdome revela que o colédoco distal contém múltiplas estruturas tubulares hipoecogênicas com paredes ecogênicas bem definidas, apresentando movimentos ativos de contorção/ondulação (curling movements). A principal hipótese diagnóstica, nesse contexto, é infecção por
Mulher de 62 anos, branca, é avaliada em consulta de retorno para discussão sobre o potencial início de terapia com estatina. O histórico médico é notável por hipertensão arterial tratada e artrite reumatoide de longa data. Exames séricos recentes: hemograma completo: normal; painel metabólico básico: normal; hemoglobina glicada: 5,5%; colesterol total: 220 mg/dL; triglicerídeos: 117 mg/dL; HDL: 40 mg/dL; LDL: 146 mg/dL. Seu risco estimado em 10 anos para doença cardiovascular aterosclerótica (DCVA) calculado é de 9%, utilizando as equações de coorte combinadas. A terapia com estatina é, então, recomendada após a discussão sobre riscos e benefícios. No entanto, a paciente demonstra hesitação em iniciar esse tratamento devido ao que leu sobre possíveis efeitos adversos das estatinas e questiona a força dessa recomendação. Nesse sentido, a conduta mais apropriada é
Considerando o transtorno neurocognitivo leve (TNC leve) e o transtorno neurocognitivo maior (TNC maior), de acordo com a literatura e o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), é correto afirmar que a característica que representa a principal distinção entre essas duas condições