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Em pediatria, a técnica de indução anestésica inalatória sob máscara é frequente. Nesse contexto, o agente anestésico mais indicado para essa técnica devido à sua baixa pungência e menor risco de desencadear laringoespasmo é:
Paciente de 5 anos apresenta queda súbita da saturação durante anestesia geral. Ao exame do circuito ventilatório observa-se aumento da pressão inspiratória de pico e diminuição da complacência pulmonar com sibilância difusa e aumento da resistência expiratória. Acerca do caso, o diagnóstico provável é:

Paciente de 4 anos com infecção recente de vias aéreas superiores será submetido a anestesia geral. Acerca desse contexto clínico, analise as sentenças a seguir:


I- Infecção recente de vias aéreas superiores pode aumentar o risco de complicações respiratórias perioperatórias.

II- Tosse e hiperreatividade brônquica podem persistir mesmo após resolução dos sintomas.

III- A decisão de adiar cirurgia eletiva deve considerar a gravidade dos sintomas e o tipo de procedimento.

IV- Toda infecção recente de vias aéreas superiores contraindica obrigatoriamente anestesia geral.

Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:

Paciente pediátrico sob ventilação mecânica apresenta elevação progressiva do ETCO₂ sem alteração ventilatória. Assinale CORRETAMENTE o mecanismo que caracteriza essa alteração.
Durante a indução anestésica com propofol em uma criança de 6 anos, observa-se hipotensão arterial sistêmica. Com base no enunciado, o mecanismo hemodinâmico predominante para este efeito em pacientes pediátricos é: