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Doenças transmitidas por alimentos (DTAs) podem ocorrer mesmo em preparações aparentemente corretas, devido à contaminação cruzada, que muitas vezes é invisível aos olhos e ocorre no manuseio simultâneo de alimentos crus e cozidos.
A comunicação entre a merendeira e a coordenação escolar é essencial, especialmente quando há alterações no número de alunos presentes, pois isso afeta diretamente o planejamento das porções.
A manutenção de alimentos perecíveis fora de refrigeração, por um período de até quatro horas, é considerada prática aceitável no ambiente escolar, desde que o espaço esteja higienizado e que o consumo se realize dentro do mesmo turno de preparo, dispensando-se, assim, quaisquer outras medidas adicionais de controle sanitário.
A higienização correta de frutas e hortaliças deve seguir uma ordem rigorosa: lavar em água corrente, submergir em solução clorada, enxaguar novamente e deixar escorrer em local limpo e ventilado. 
O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como touca e avental, é uma medida recomendada, mas não obrigatória, nas cozinhas escolares, exceto em casos de inspeção da vigilância sanitária.