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Analise o trecho abaixo.

“Nós marinheiros cidadãos brasileiros e republicanos, não podemos mais suportar a escravidão na Marinha Brasileira (sic) a falta de proteção que a pátria nos dar e até então não nos chegou; rompemos o negro véo (sic) que nos cobria aos olhos do patriótico e enganado povo.” (Memorial-ultimatum enviado no dia 23/11/1910 pelos marinheiros revoltados ao presidente da República. Martins,Helio Leôncio. A revolta dos Marinheiros - 1910 inBRASIL. Ministério da Marinha. História Naval Brasileira. 5° Vol. Tomo | B. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 1997.p. 111-112.)

O trecho acima é retirado da carta encaminhada ao Presidente da República pelos líderes da Revolta dos Marinheiros de 1910. Segundo Martins, o movimento sofreu influências externas que estão presentes na carta dos marinheiros encaminhada ao Presidente da República. Assim, assinale a opção que NÃO apresenta as influências sofridas pela revolta dos marinheiros de 1910.  
Em 1982, a Argentina declarou guerra ao Reino Unido pela posse do arquipélago das Malvinas (Falklands, em inglês). No livro “Guerra no mar: batalhas e campanhas navais que mudaram a história’, no capítulo intitulado “Conflito no Atlântico Sul: a luta pela posse do arquipélago das Falklands/Malvinas’, Armando Amorim Ferreira Vidigal mostra que as distâncias favoreciam a força invasora, porém o Reino Unido conseguiu vencer a guerra por uma série de circunstâncias. Desse modo, assinale a opção que apresenta corretamente a principal razão para vitória britânica e a derrota argentina. 
Desde o início das hostilidades que resultaram na Grande Guerra, o Brasil se manteve distante do conflito, a situação acabou se tornando inviável na medida em que as atitudes do Império alemão impuseram ao país tomar medidas para garantir seus interesses, sobretudo econômicos, numa escalada que levou o ingresso do país no conflito. Nesse contexto, assinale a opção que apresenta corretamente uma ação sofrida pelo Brasil e que, consequentemente, reconheceu e proclamou o estado de guerra iniciado pelo Império Alemão. 
Em 29 de junho de 1944, as tropas de ocupação alemãs executaram 115 civis, todos homens, na cidade de Civitella Val di Chiana, na Toscana, ltália. Na vizinha La Comia, foram assassinadas 58 pessoas, incluindo mulheres e crianças; 39 pessoas foram assassinadas no vilarejo de San Pancrazio. Assassinatos atribuídos ao movimento de Resistência pela morte de três soldados alemães em Civitella em 18 de junho de 1944. Episódio que ficou marcado na história da cidade e do povo de Civitelia por compartilhtar “uma “memória dividida” sobre os acontecimentos. Para Alessandro Portelli (2006), “Essas duas memórias - a das instituições e celebrações inspiradas na resistência e a da comunidade - entraram em choque muitas vezes no passado [...] [...] uma vez que a população local entendia as celebrações oficiais em nome da Resistência como uma violação de suas memórias e perdas.”

Com base na obra de Legoff (2003), sobre memória e história, assinale abaixo a opção que explica o fenômeno envolvendo as instituições e a comunidade na cidade de Civitella. 
Segundo o historiador Francisco Eduardo Aves de Aimeida, no livro “Atlântico: a história de um oceano”, em seu artigo intitulado "A Grande Guerra e o Atlântico”, a Primeira Guerra Mundial não envolveu apenas as nações da Europa, países de outros continentes, como o Canadá, a Austrália, a Nova Zelândia, participaram ativamente do conflito. Na América do Sul, o Brasil enviou uma força naval para a guerra. Sobre a participação brasileira em âmbito político, econômico e militar na Grande Guerra, assinale a opção correta.