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Na obra A matemática nos anos iniciais do ensino fundamental: tecendo fios do ensinar e do aprender (2019), Nacarato, Passos e Mengali enfatizam a importância de se criar um ambiente para ensinar e aprender matemática, reconhecendo sua “natureza crítica”.
As autoras destacam que, para auxiliar nos processos de comunicação e argumentação de alunos e de professores, é relevante o papel
A professora Márcia vai, com alunos do 1⁠º ano do Ensino Fundamental, trabalhar objetos de conhecimento em matemática: noção de acaso; coleta e organizações de informações; registros pessoais para comunicação de informações coletadas.
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC,2018), esses objetos de conhecimento fazem parte da unidade temática de
Em sua obra Reflexões sobre alfabetização (2010), Emília Ferreiro traz importantes contribuições à prática da alfabetização, tendo em vista as pesquisas realizadas sobre essa temática. Ela faz críticas quanto à utilização de métodos tradicionais, pois o processo de alfabetização nada tem de mecânico do ponto de vista da criança que aprende. Para Ferreiro, o desenvolvimento da lecto-escrita começa antes da escola, sendo que “a aprendizagem da leitura e escrita é muito mais que aprender a conduzir-se de modo ‘apropriado’ com este tipo de objeto cultural (...).
É muito mais do que isto, exatamente porque envolve a
A obra de Sotero, Pereira e Santos sobre Pedagogias negras: o antirracismo, o bem viver e a corporeidade (2021) respeita o art.10 da Resolução CNE/CEB nº 07/2010, que estabelece o currículo do Ensino Fundamental e apresenta uma base nacional comum e outra parte diversificada. A referida obra propicia abordar a questão da transversalidade que constitui uma das maneiras de trabalhar os componentes curriculares, as áreas de conhecimento e os temas sociais em uma perspectiva integrada.
Das muitas expressões das pedagogias negras, os autores elegem três para apresentar os modos pelos quais elas problematizam o “aprender-ensinar-criar” e “abrem
Jófili, em sua obra Piaget, Vygotsky, Freire e a construção do conhecimento na escola (2002), analisa as contribuições desses estudiosos para esse processo, discutindo como se dá essa construção e qual o papel do professor nela. A autora destaca, com base na teoria de Vygotsky que a escola pode atuar “pondo em movimento processos de desenvolvimento interno que seriam desencadeados pela interação da criança com outras pessoas de seu meio. Uma vez internalizados, esses atos se incorporariam ao processo de desenvolvimento da criança”.
Para Jófilli, “o aspecto mais relevante da aprendizagem escolar parece ser o fato de criar zonas de desenvolvimento