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A relação entre Jesus histórico e a constituição da Igreja pós-pascal é um tema importante para a teologia cristã. Com
base na tradição teológica católica, analise as assertivas abaixo.
I. Jesus de Nazaré fundou a Igreja, estruturando-a como uma instituição que, embora inserida no judaísmo, tinha como regras específicas e ritos próprios, distintos das práticas religiosas do Israel de seu tempo.
II. A Igreja só pode ser compreendida plenamente a partir da experiência da ressurreição, pois é na vivência do Cristo glorioso e na ação do Espírito Santo que se dá sua constituição definitiva como comunidade de fé.
III. O chamado dos Doze não deve ser entendido como a fundação de um grupo distinto dentro de Israel, mas como um sinal profético da restauração do povo de Deus, representando simbolicamente as doze tribos de Israel.
IV. A origem da Igreja não pode ser atribuída a um evento isolado da vida de Jesus, mas à totalidade de sua missão, incluindo sua encarnação, pregação, morte e ressurreição, como realização histórica do projeto salvífico de Deus.
Estão corretas apenas as assertivas
I. Jesus de Nazaré fundou a Igreja, estruturando-a como uma instituição que, embora inserida no judaísmo, tinha como regras específicas e ritos próprios, distintos das práticas religiosas do Israel de seu tempo.
II. A Igreja só pode ser compreendida plenamente a partir da experiência da ressurreição, pois é na vivência do Cristo glorioso e na ação do Espírito Santo que se dá sua constituição definitiva como comunidade de fé.
III. O chamado dos Doze não deve ser entendido como a fundação de um grupo distinto dentro de Israel, mas como um sinal profético da restauração do povo de Deus, representando simbolicamente as doze tribos de Israel.
IV. A origem da Igreja não pode ser atribuída a um evento isolado da vida de Jesus, mas à totalidade de sua missão, incluindo sua encarnação, pregação, morte e ressurreição, como realização histórica do projeto salvífico de Deus.
Estão corretas apenas as assertivas
O dogma da Maternidade Divina de Maria, proclamado no Concílio de Éfeso (431), tem implicações profundas na
cristologia e na mariologia. Sobre este dogma, suas implicações teológicas e a fundamentação bíblica e magisterial,
analise as assertivas abaixo.
I. O termo Theotókos já era amplamente aceito em toda a cristandade antes do Concílio de Éfeso, sem oposição significativa por parte de teólogos ou bispos.
II. A maternidade divina de Maria é um dogma essencial para a compreensão da cristologia, pois confirma que Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem desde sua concepção.
III. O Concílio de Éfeso inseriu oficialmente no Credo a fórmula "Maria, Mãe de Deus", como um acréscimo ao símbolo de fé niceno-constantinopolitano, visando combater heresias cristológicas.
IV. A proclamação de Maria como Theotókos foi uma resposta direta ao nestorianismo, que separava as naturezas humana e divina de Cristo, comprometendo a compreensão da unidade de sua pessoa.
Estão corretas apenas as assertivas
I. O termo Theotókos já era amplamente aceito em toda a cristandade antes do Concílio de Éfeso, sem oposição significativa por parte de teólogos ou bispos.
II. A maternidade divina de Maria é um dogma essencial para a compreensão da cristologia, pois confirma que Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem desde sua concepção.
III. O Concílio de Éfeso inseriu oficialmente no Credo a fórmula "Maria, Mãe de Deus", como um acréscimo ao símbolo de fé niceno-constantinopolitano, visando combater heresias cristológicas.
IV. A proclamação de Maria como Theotókos foi uma resposta direta ao nestorianismo, que separava as naturezas humana e divina de Cristo, comprometendo a compreensão da unidade de sua pessoa.
Estão corretas apenas as assertivas
A graça é tema central da antropologia de Santo Tomás de Aquino, sem ela não se compreende verdadeiramente o
que é o homem. O doutor Angélico dirá que por meio da graça “o ser humano é constituído em um amante-de-Deus,
porque ele, por meio da graça é orientado para a meta de que Deus lhe permite participar” (Suma contra os Gentios
III, apud MÜLLER, G.L. Dogmática católica. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015, p. 559).
A graça preconizada por Santo Tomás de Aquino acima é chamada de
A graça preconizada por Santo Tomás de Aquino acima é chamada de
A doutrina da graça trata da comunhão de vida do ser humano libertado do pecado e da morte e chamado à vida
verdadeira em Deus. De fato, a graça é o cuidado de Deus para com o ser humano, sua criatura, que se tornou pecador.
Na autocomunicação de Deus em Jesus Cristo e no Espírito Santo, tal cuidado se revela, perdoa, justifica e plenifica.
Considerando a doutrina católica sobre a graça, analise as assertivas abaixo.
I. O homem é justificado pelo cumprimento da lei, orientado à autojustificação, que, por sua vez, permite o acolhimento da autodoação de Deus e da comunicação de Sua justiça em Cristo e no Espírito Santo.
II. Pelo Evangelho da graça, o ser humano é profundamente interpelado por Deus e preenchido por Seu amor, de modo que, na fé e em comunhão com a obediência de Cristo, pode acolher a justiça concedida por Deus.
III. O senhorio de Deus é fonte de alegria e vida; afastando-se d'Ele, o homem se sujeita ao domínio do pecado, que traz consigo sofrimento e morte, pois implica distanciamento de Deus e, consequentemente, desamor.
IV. O homem pecador não vive no Espírito de Deus, mas na autorreferencialidade e na petulante oposição a Ele, permanecendo na inimizade com Deus, o que o conduz a uma existência puramente carnal e desespiritualizada.
Estão corretas apenas as assertivas
Considerando a doutrina católica sobre a graça, analise as assertivas abaixo.
I. O homem é justificado pelo cumprimento da lei, orientado à autojustificação, que, por sua vez, permite o acolhimento da autodoação de Deus e da comunicação de Sua justiça em Cristo e no Espírito Santo.
II. Pelo Evangelho da graça, o ser humano é profundamente interpelado por Deus e preenchido por Seu amor, de modo que, na fé e em comunhão com a obediência de Cristo, pode acolher a justiça concedida por Deus.
III. O senhorio de Deus é fonte de alegria e vida; afastando-se d'Ele, o homem se sujeita ao domínio do pecado, que traz consigo sofrimento e morte, pois implica distanciamento de Deus e, consequentemente, desamor.
IV. O homem pecador não vive no Espírito de Deus, mas na autorreferencialidade e na petulante oposição a Ele, permanecendo na inimizade com Deus, o que o conduz a uma existência puramente carnal e desespiritualizada.
Estão corretas apenas as assertivas
Dizer que a Igreja é una, santa, católica e apostólica significa reconhecer