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Um aspecto fundamental para os momentos iniciais da alfabetização é que o aluno faça a diferenciação entre as formas escritas e outras formas gráficas de expressão. Esse também não é um saber óbvio e que “já vem pronto” e, por isso, precisa ser trabalhado em sala de aula, em situações que levem as crianças a distinguir entre:
I- Letras e desenhos. II- Letras e rabiscos. III- Letras e números. IV- Letras e símbolos gráficos como setas, asteriscos, sinais matemáticos, etc.
Assinale a alternativa CORRETA.
Assinale a alternativa que corretamente apresenta alguns dos eixos necessários para à aquisição da língua escrita.
Tendo em vista que os alfabetizados vivem numa sociedade letrada, em que a língua escrita está presente de maneira visível e marcante nas atividades cotidianas, inevitavelmente eles terão contato com textos escritos e formularão hipóteses sobre sua utilidade, seu funcionamento, sua configuração. Excluir essa vivência da sala de aula, por um lado, pode ter o efeito de reduzir e artificializar o objeto de aprendizagem que é a escrita, possibilitando que os alunos desenvolvam concepções inadequadas e disposições negativas a respeito desse objeto. Por outro lado, deixar de explorar a relação extraescolar dos alunos com a escrita significa perder oportunidades de conhecer e desenvolver experiências culturais ricas e importantes para a integração social e o exercício da cidadania. Assim, entende-se que a ação pedagógica mais adequada e produtiva é:
Leia o trecho abaixo e complete a lacuna: _____________________ é pois, o resultado da ação de ensinar ou de aprender a ler e escrever, bem como o resultado da ação de usar essas habilidades em práticas sociais, é o estado ou condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como consequência de ter-se apropriado da língua escrita e de ter-se inserido num mundo organizado diferentemente a cultura escrita.
O século XXI nos obriga a repensar uma nova forma de educar, uma nova forma de ver a instituição educativa e os que trabalham nela (F. IMBERNÕN, 2000). Nesse contexto, Neuza Pedro(2016), em entrevista a Rioeduca.net enfatiza que a inovação em educação tem que ser entendida como um processo de modernização sistêmica, ou seja, que envolve todos os agentes e todas as engrenagens do sistema educativo. Os autores nos traz uma reflexão a cerca de quem é o professor do século XXI, capaz de enfrentar os inúmeros desafios cotidianos. (citando-se aqui a qualificação docente e direito a uma regular atualização profissional, e o combate à burocratização do sistema (educativo). Nesse contexto, o professor do século XXI é:
I Um professor não aberto à mudança, confiante em si, no seu saber curricular e pedagógico, mas não disponível para mudar para fazer diferente. II Um professor cientificamente capacitado, mas com sentido crítico e em constante atualização profissional. III Um professor pedagogicamente formado, mas inflexível o suficiente para não saber acolher o que a cada dia se descobre de novo acerca da aprendizagem e do processo cognitivo no ser humano. IV Um professor que valoriza o saber e que por tal valoriza todos os meios de acesso ao saber, sejam eles analógicos, tecnológicos, que o futuro nos trouxer. É ainda um professor positivo, que acredita nas capacidades dos seus alunos e que atua sempre para que estes consigam ir além de si mesmos.

É correto o que se afirma em: