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Judá Abravanel (1460-1530), também conhecido como
Leão Hebreu, foi um judeu sefardita nascido em Lisboa e
reconhecido por seu Diálogo sobre o Amor, onde afirma que “o
mundo é produzido à maneira de um filho, a partir da beleza
suprema do pai e da sabedoria suprema da mãe, que gera o belo
universo. E este é o significado do enamoramento de que fala
Salomão no Cântico dos Cânticos: a sabedoria ama o belo, pois é
produzida e inferior ao pai, portanto você verá que ela sempre o
chama de ‘meu amado’ como inferior, e ele nunca a chama de
‘amada’, mas ‘minha companheira, minha pomba, minha
perfeita, minha irmã’, como superior. Mas com seu amor ela se
torna plena; e remove a esterilidade ao engravidar, e dá à luz a
perfeição do universo: mas o amor nele não é para adquirir a
perfeição, porque ele não pode alcançá-la, mas para adquiri-la
para o universo, gerando-o como filho de ambos”.
ABRAVANEL, Judá. Dialoghi d'amore. Roma: Gius. Laterza & Figli, 2008., p. 342. (Adaptado).
Abravanel reconstrói a concepção platônica de amor, juntando isso com o Ketuvim (Escritos) do Tanah (Bíblia Judaica). Isso posto, é correto dizer que
ABRAVANEL, Judá. Dialoghi d'amore. Roma: Gius. Laterza & Figli, 2008., p. 342. (Adaptado).
Abravanel reconstrói a concepção platônica de amor, juntando isso com o Ketuvim (Escritos) do Tanah (Bíblia Judaica). Isso posto, é correto dizer que
“O conhecimento de causa e efeito que surge da empiria
não é, em nenhum caso, alcançado por meio de raciocínios
analíticos a priori (necessários), mas provém inteiramente da
experiência, sendo sintéticos a posteriori (contingentes).”
HUME, David. Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios morais. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Ed.UNESP, 2004., p. 55. (Adaptado).
Marcondes Falcão Maia, cantor, compositor e humorista cearense, conhecido nacionalmente como Falcão, costuma usar redundâncias e tautologias (A=A) em suas músicas, com fins cômicos. Os exemplos (i) “homem é homem, menino é menino” e (ii) “a minha mãe é a mulher do meu pai” são, respectivamente, juízos afirmativos dos tipos
HUME, David. Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios morais. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Ed.UNESP, 2004., p. 55. (Adaptado).
Marcondes Falcão Maia, cantor, compositor e humorista cearense, conhecido nacionalmente como Falcão, costuma usar redundâncias e tautologias (A=A) em suas músicas, com fins cômicos. Os exemplos (i) “homem é homem, menino é menino” e (ii) “a minha mãe é a mulher do meu pai” são, respectivamente, juízos afirmativos dos tipos
Sobre a Guerra Civil que levou à decapitação do Rei Charles
(o primeiro do seu nome) e o início da República da Inglaterra,
Thomas Hobbes (1588-1679) afirma: “se aqueles soldados e
todos os súditos tivessem agido sob o comando de Sua
Majestade, a paz e a felicidade deixadas pelo Rei James teriam
permanecido. Mas o povo estava corrompido, e os
desobedientes eram considerados os melhores patriotas. Mas
como o povo se corrompeu tanto? E que tipo de pessoas eram
aquelas que os seduziram assim? Os sedutores eram de diversos
tipos. Uns eram ministros de Cristo, como se autodenominavam;
e, às vezes, em seus sermões ao povo, embaixadores de Deus;
fingindo ter o direito, concedido por Deus, de governar cada um
a sua paróquia, a sua assembleia e a nação inteira”.
HOBBES, Thomas. Behemoth. In: Thomas Hobbes. The english work of Thomas Hobbes. Vol. VI. London: John Bohn, 1840., p. 166s. (Adaptado).
Sobre a relação da vontade pública e a retórica do patriotismo e do uso de Deus no discurso político, é correto afirmar que
HOBBES, Thomas. Behemoth. In: Thomas Hobbes. The english work of Thomas Hobbes. Vol. VI. London: John Bohn, 1840., p. 166s. (Adaptado).
Sobre a relação da vontade pública e a retórica do patriotismo e do uso de Deus no discurso político, é correto afirmar que
Sobre as visões alegóricas de Hildegard von Bingen (1098-
1179), filósofa e mística medieval, pode-se dizer que “animais e
monstros aparecem como sinais da natureza e de Deus que a
razão precisa compreender. Animais desfilam como formas
significativas, unindo os mundos inferior e superior. Símbolos
animais que apresentam seus elementos para produzir monstros
na arte combinatória da alegoria, imagens da mais radical
dissimilaridade, adequadas para representar tanto o diabo
quanto Deus”.
CIRLOT, Victoria. Hildegard von Bingen y la tradición visionaria de Occidente. Barcelona: Herder Editorial, S.L., 2005., p. 94. (Adaptado).
Santa Hildegard se insere na grande tradição da filosofia alegórica. Sobre o trecho acima, é correto dizer que
CIRLOT, Victoria. Hildegard von Bingen y la tradición visionaria de Occidente. Barcelona: Herder Editorial, S.L., 2005., p. 94. (Adaptado).
Santa Hildegard se insere na grande tradição da filosofia alegórica. Sobre o trecho acima, é correto dizer que
“Como os laços tradicionais dos nativos constituem a
muralha mais forte de sua organização social e a base de suas
condições materiais de existência, o método inicial do capital é a
destruição e o aniquilamento sistemáticos das estruturas sociais
não capitalistas, com que tropeça em sua expansão. Cada nova
expansão colonial é acompanhada, naturalmente, dessa luta
encarniçada do capital contra a situação social e econômica dos
nativos. O capital só conhece, como solução para esse problema,
o uso da violência, que constitui um método permanente da
acumulação de capital no processo histórico, desde sua origem
até os nossos dias. Mas, para as sociedades arcaicas, trata-se de
uma questão de vida ou morte, e como não há outra saída,
resiste e luta até o seu total esgotamento ou extinção.”
LUXEMBURGO, Rosa. A acumulação do capital. Trad. Luiz Alberto Moniz Bandeira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021., p. 367s. (Adaptado).
Sobre a perspectiva de Rosa Luxemburgo (1871-1919), é correto dizer que
LUXEMBURGO, Rosa. A acumulação do capital. Trad. Luiz Alberto Moniz Bandeira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021., p. 367s. (Adaptado).
Sobre a perspectiva de Rosa Luxemburgo (1871-1919), é correto dizer que