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“E isto não é de se estranhar quando se considera uma ordem social em que a apropriação desigual da produção é essencial. Como ocorre com qualquer outra técnica, a posse da escrita, na sociedade de classes, está desigualmente distribuída.” (8º parágrafo)

Entre as frases presentes no trecho citado, observa-se a seguinte sequência de formulações:
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Para justificar sua tese, no 7º parágrafo, o autor menciona a principal característica que se atribui à escrita: [a possibilidade de] expansão da memória [que] oferece aos indivíduos e aos grupos sociais maior capacidade de pensamento, porque permite esquecer sem esquecer.


Na formulação da característica citada, é possível identificar o uso da seguinte figura de linguagem:

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A tese central do autor é exposta no 6º parágrafo: “o papel da escola deve ser o de garantir ao aluno o acesso à escrita e aos discursos que se organizam a partir dela”.


Para apresentar essa tese, nesse parágrafo, o autor se valeu de uma organização de raciocínio que se aproxima do seguinte tipo de raciocínio:

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“ ... cuja finalidade, mesmo que não afirmada e até negada, está em fazer crer que o suposto domínio deste modo de usar a língua (o que é praticamente impossível, não estando o sujeito inserido no lugar social em que este falar se realiza) traz sucesso social.” (5º parágrafo)


No 5º parágrafo, que tematiza o preconceito linguístico, o trecho entre parênteses, acima transcrito, aponta para um elemento constitutivo da linguagem humana chamado de:

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Bourdieu (1998) captou com precisão essa ideia quando formulou o conceito de língua legítima, isto é, aquela que, para um determinado Estado, aparece como a única língua que expressa o poder e que é (e assim deve ser) muito mais reconhecida [1] do que conhecida [2]. (4º parágrafo)


Na frase acima, explorando certo processo morfológico que distingue a palavra [1] da [2], o autor põe em confronto um modo de relação entre língua e comunidade.


O processo morfológico e o modo de relação expressos em [1] estão apresentados em: