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Concurso:
TJ-SC
Disciplina:
Engenharia de Transportes e Trânsito
No desenvolvimento de projetos geométricos viários, a definição de parâmetros depende da adoção de referências técnicas que permitam compatibilizar as condições de circulação com segurança e desempenho adequado. Nesse contexto, diferentes critérios podem ser utilizados para representar os veículos que utilizam a via.
Por veículo de projeto, entende-se
Por veículo de projeto, entende-se
A Lei nº 6.766/79 dispõe sobre o Parcelamento do Solo Urbano no Brasil e estabelece normas para loteamentos, desmembramentos e infraestrutura básica, visando ao desenvolvimento urbano ordenado.
De acordo com a referida lei, uma das diferenças entre loteamento e desmembramento é que
De acordo com a referida lei, uma das diferenças entre loteamento e desmembramento é que
O trecho a seguir, extraído de uma entrevista, apresenta uma reflexão sobre a relação entre forma urbana, escala humana, percepção e comportamento dos usuários do espaço construído.
“No passado, as cidades eram construídas para as pessoas, em uma escala humana, que eu chamo de arquitetura a cinco quilômetros por hora. Isso significa espaços menores, sinalizações menores, à altura do nosso olhar. Uma arquitetura sensual. Mas, de repente, surgiu a necessidade de se produzir arquitetura a sessenta quilômetros por hora, com espaços grandes, sinalizações grandes, com quase ou nenhuma atenção para o detalhe. Afinal, nesse contexto, nem conseguimos enxergar as pessoas. Eu penso que essa arquitetura a sessenta quilômetros por hora nos confundiu profundamente, levando-nos a esquecer a arquitetura a cinco quilômetros por hora e a escala humana.”
PISEAGRAMA, Belo Horizonte, seção Extra!
A fala corresponde às concepções de
“No passado, as cidades eram construídas para as pessoas, em uma escala humana, que eu chamo de arquitetura a cinco quilômetros por hora. Isso significa espaços menores, sinalizações menores, à altura do nosso olhar. Uma arquitetura sensual. Mas, de repente, surgiu a necessidade de se produzir arquitetura a sessenta quilômetros por hora, com espaços grandes, sinalizações grandes, com quase ou nenhuma atenção para o detalhe. Afinal, nesse contexto, nem conseguimos enxergar as pessoas. Eu penso que essa arquitetura a sessenta quilômetros por hora nos confundiu profundamente, levando-nos a esquecer a arquitetura a cinco quilômetros por hora e a escala humana.”
PISEAGRAMA, Belo Horizonte, seção Extra!
A fala corresponde às concepções de
A urbanização brasileira é marcada por desigualdades socioespaciais relacionadas à exclusão e à ausência de políticas urbanas eficazes. Ao analisar os processos de produção da moradia popular, Ermínia Maricato destaca que: “a maioria da população resolve seu problema de habitação nas cidades do Brasil através da autoconstrução, sem licença municipal, sem observar a legislação urbanística. Essa ocupação ocorre, muitas vezes, em áreas ambientalmente frágeis ou periféricas, pois a terra urbanizada e valorizada permanece, em grande parte, sob controle do mercado. Tem direito à cidade quem pode pagar.”
Com base no trecho e no pensamento da autora, analise as afirmativas a seguir.
I. A autoconstrução é apresentada como estratégia de acesso à moradia para a população excluída do mercado formal, evidenciando processos de segregação da estrutura funcional da cidade.
II. A ocupação de áreas ambientalmente frágeis ocorre de forma aleatória, sem relação com a dinâmica do mercado imobiliário urbano, permitindo a livre apropriação do solo urbano para a produção de moradia popular.
III. A periferização da moradia popular está associada à disponibilidade de terras desvalorizadas, distantes de infraestrutura e serviços urbanos.
Está correto o que se afirma em
Com base no trecho e no pensamento da autora, analise as afirmativas a seguir.
I. A autoconstrução é apresentada como estratégia de acesso à moradia para a população excluída do mercado formal, evidenciando processos de segregação da estrutura funcional da cidade.
II. A ocupação de áreas ambientalmente frágeis ocorre de forma aleatória, sem relação com a dinâmica do mercado imobiliário urbano, permitindo a livre apropriação do solo urbano para a produção de moradia popular.
III. A periferização da moradia popular está associada à disponibilidade de terras desvalorizadas, distantes de infraestrutura e serviços urbanos.
Está correto o que se afirma em
As reflexões de Jane Jacobs, apresentadas especialmente na obra Morte e Vida das Grandes Cidades, abordam a relação entre forma urbana, usos do solo e dinâmica social nas cidades.
Com base nessas reflexões, analise as afirmativas a seguir.
I. Segundo Jacobs, os edifícios de uma rua preparada para receber estranhos e garantir a segurança tanto deles quanto dos moradores devem estar voltados para a rua.
II. O princípio que constitui o cerne da argumentação de Jacobs é a necessidade que as cidades têm de uma diversidade de usos mais complexa e densa, que propicie entre eles uma sustentação mútua e constante, tanto econômica quanto social.
III. A setorização urbana, ao organizar funções de forma eficiente, constitui um dos princípios defendidos por Jacobs para promover a vitalidade das cidades.
Está correto o que se afirma em
Com base nessas reflexões, analise as afirmativas a seguir.
I. Segundo Jacobs, os edifícios de uma rua preparada para receber estranhos e garantir a segurança tanto deles quanto dos moradores devem estar voltados para a rua.
II. O princípio que constitui o cerne da argumentação de Jacobs é a necessidade que as cidades têm de uma diversidade de usos mais complexa e densa, que propicie entre eles uma sustentação mútua e constante, tanto econômica quanto social.
III. A setorização urbana, ao organizar funções de forma eficiente, constitui um dos princípios defendidos por Jacobs para promover a vitalidade das cidades.
Está correto o que se afirma em