Questões de Concurso
Filtrar
719.220 Questões de concurso encontradas
Página 252 de 143.844
Questões por página:
Questões por página:
Maria conviveu em união estável com João por 5 anos.
No dia 20 de junho de 2026, ao fim de uma discussão, João
desferiu-lhe socos, causando-lhe lesões corporais atestadas por
exame de corpo de delito e praticadas no âmbito de violência
doméstica e familiar, tendo Maria se dirigido à Delegacia de
Polícia para registrar a ocorrência.
Instaurado o inquérito policial, no qual João, investigado em liberdade, foi desde logo identificado como autor, os autos foram regularmente recebidos pelo órgão do Ministério Público. O promotor de justiça, todavia, quedou-se inerte, deixando escoar in albis o prazo legal, sem oferecer denúncia, sem requerer diligências e sem promover o arquivamento. Inconformada, Maria procura advogado para, por iniciativa própria, responsabilizar criminalmente João.
Considerando a disciplina da legislação penal e processual penal, bem como da Lei nº 11.340/2006, com as alterações introduzidas pela Lei nº 15.438/2026, quanto ao cabimento, ao prazo e ao respectivo termo inicial para que Maria promova a persecução penal em desfavor de João, é correto afirmar que:
Instaurado o inquérito policial, no qual João, investigado em liberdade, foi desde logo identificado como autor, os autos foram regularmente recebidos pelo órgão do Ministério Público. O promotor de justiça, todavia, quedou-se inerte, deixando escoar in albis o prazo legal, sem oferecer denúncia, sem requerer diligências e sem promover o arquivamento. Inconformada, Maria procura advogado para, por iniciativa própria, responsabilizar criminalmente João.
Considerando a disciplina da legislação penal e processual penal, bem como da Lei nº 11.340/2006, com as alterações introduzidas pela Lei nº 15.438/2026, quanto ao cabimento, ao prazo e ao respectivo termo inicial para que Maria promova a persecução penal em desfavor de João, é correto afirmar que:
Tício, promotor de justiça do Estado de Pernambuco,
encontrava-se em situação de disponibilidade quando, envolvido
em desentendimento de trânsito ocorrido fora do exercício de
suas atribuições, desferiu disparos de arma de fogo que
vitimaram fatalmente outro condutor. Foi denunciado pela
prática de homicídio doloso, crime que não guarda qualquer
relação com a função pública por ele exercida.
A respeito da competência para processar e julgar a ação penal ofertada contra o promotor de justiça Tício, à luz da atual orientação do Supremo Tribunal Federal sobre a matéria, é correto afirmar que:
A respeito da competência para processar e julgar a ação penal ofertada contra o promotor de justiça Tício, à luz da atual orientação do Supremo Tribunal Federal sobre a matéria, é correto afirmar que:
Marcos, policial militar que atua nas imediações de um colégio
municipal, é investigado pela prática de crime de lesão corporal
grave contra Pedro, adolescente de 15 anos. Diante dos indícios
de autoria e da prova da materialidade, Pedro requereu em juízo
a concessão de medidas protetivas de urgência, dentre elas a
proibição a Marcos de exercer atividades que envolvam contato
direto com ele (Pedro) e a restrição do porte de arma.
Sobre a situação descrita à luz do Art. 350-A e seus parágrafos do Código de Processo Penal, incluídos pela Lei nº 15.280/2025, é correto afirmar que:
Sobre a situação descrita à luz do Art. 350-A e seus parágrafos do Código de Processo Penal, incluídos pela Lei nº 15.280/2025, é correto afirmar que:
Caio, professor de história de Junior, de 15 anos de idade, ao
encontrá-lo no corredor da escola, diz que precisa conversar
reservadamente com ele sobre sua prova. Diante disso, ambos se
dirigem a um recinto fechado. No local, Caio diz ao jovem que ele
foi muito mal na prova, mas, como ele é muito bonito, poderá
ajudá-lo, caso permita que lhe faça sexo oral, o que é
prontamente recusado pelo aluno. Muito constrangido com a
proposta do mestre, a quem muito admirava, Junior deixa o local
imediatamente.
No caso narrado, Caio cometeu crime de:
No caso narrado, Caio cometeu crime de:
Alberto, inabilitado ao volante, conduzia automóvel, em via
pública, de forma desatenta, lendo e enviando mensagens por
aplicativo de celular, razão pela qual não percebeu que o
semáforo fechara e o avançou no momento em que o pedestre
Bernardo iniciava a travessia da via. Atingido pelo automóvel de
Alberto, Bernardo sofreu ferimentos leves. No curso do
procedimento investigatório instaurado em decorrência dos
fatos, Bernardo, para não prejudicar Alberto, a quem já conhecia
da igreja frequentada por ambos, em nenhum momento
manifestou desejo de que ele respondesse penalmente pelos
fatos. Acrescente-se que se passaram mais de 6 meses desde o
acontecido e que a autoria delitiva já era conhecida por Bernardo
desde o momento do acidente.
Diante do caso narrado, Alberto:
Diante do caso narrado, Alberto: