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Na perspectiva marxista, o trabalho se institui da interação entre o indivíduo e a natureza, que preconiza uma relação dialética: a tese sendo a matéria/natureza, a antítese sendo o trabalho e a síntese é a sociedade. Desse modo, o trabalho opera como uma negação da natureza. Diante disto, é possível afirmar que:
Leia o seguinte trecho de Karl Marx:
“primeiramente, ser o trabalho externo ao trabalhador, não fazer parte de sua natureza, e, por conseguinte, ele não se realizar em seu trabalho, mas negar a si mesmo, ter um sentimento de sofrimento em vez de bem-estar, não desenvolver livremente suas energias mentais e físicas, mas ficar fisicamente exausto e mentalmente deprimido.” (MARX,2015, p.82).
Essa realidade de trabalho, para Marx, conduz inevitavelmente ao que ele denominou de
Estratificação social é o modo como as diversas sociedades estão organizadas em estratos ou camadas sociais. Desse modo, refere-se à forma como os indivíduos estão situados em determinada posição em uma sociedade – ou ainda os elementos de pertencimento a um dado grupo social. Esses elementos podem se basear em critérios econômicos, políticos, sociais e culturais. Em relação a este fenômeno, diferentes sociólogos lançaram análises, cada um a seu modo, no que é possível afirmar:
Na França, rompendo com a pretensão dos positivistas de excluir a psicologia do campo científico, desenvolveramse debates contravertidos sobre a natureza psicológica do fato social e também do lugar do contingente, do individual na explicação sociológica. Gabriel Tarde e Georg Simmel, cada um ao seu modo, foram os dois autores que melhor representaram estas ideias, ao afirmarem que:
Auguste Comte, um matemático de 21 anos, torna-se, na época de 1819, secretário de Saint-Simon. Comte, um jovem intelectualmente ambicioso, após a morte de seu ex-chefe, Saint-Simon, elabora por conta própria várias ideias positivistas. A respeito das ideias de Comte em relação ao positivismo e à ideia sobre ciência social, é correto afirmar: