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Um nutricionista, ao elaborar um plano alimentar para uma gestante com histórico de anemia, deve priorizar a inclusão de alimentos ricos em um nutriente essencial para a formação da hemoglobina e o transporte de oxigênio, cuja demanda aumenta significativamente durante a gravidez para suprir as necessidades fetais e placentárias, além de prevenir a anemia materna. A deficiência desse nutriente pode levar a complicações como parto prematuro e baixo peso ao nascer.
A Lei nº 8.234, de 1991, regulamenta o exercício da profissão de Nutricionista e de Técnico em Nutrição e Dietética no Brasil. A legislação define as competências e responsabilidades de cada profissional, estabelecendo as áreas de atuação e as condições para o exercício legal da profissão. É fundamental que os profissionais conheçam os preceitos legais que regem suas atividades para garantir a qualidade dos serviços prestados e a segurança da população.
Um nutricionista foi convocado para atuar em uma escola pública, com o objetivo de garantir a qualidade da alimentação oferecida aos estudantes, em conformidade com as diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O profissional precisa assegurar que os cardápios atendam às necessidades nutricionais dos alunos, considerando a faixa etária e o período escolar, além de priorizar a aquisição de alimentos da agricultura familiar e a promoção da educação alimentar e nutricional.
Um cidadão, ao tentar acessar um site governamental para obter um certificado digital, preencheu um formulário com seus dados pessoais, incluindo nome completo, CPF, endereço e e-mail. Posteriormente, ele recebeu um e-mail de um remetente desconhecido contendo um link para download de um software que prometia otimizar o acesso a serviços públicos. Ao clicar no link, o cidadão percebeu que seu computador foi infectado por um vírus que roubou suas informações bancárias e realizou transações fraudulentas.
Em uma operação policial de combate ao tráfico de drogas, foram apreendidos em poder de João, em sua residência, 500g de maconha, 200g de cocaína e uma balança de precisão. João, ao ser interrogado, confessou que a droga era para venda, mas alegou que não possuía qualquer vínculo com organização criminosa e que agia sozinho. No entanto, durante as investigações, descobriu-se que João recebia ordens de um indivíduo conhecido como 'O Chefe', que gerenciava a distribuição de entorpecentes em diversas comunidades.