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Após a constatação de um óbito em ambiente hospitalar, a equipe médica realiza os procedimentos iniciais para determinar a causa da morte. No entanto, para fins legais, a perícia médico-legal se aprofunda na análise dos fenômenos cadavéricos e sinais que confirmam o estado de morte, distinguindo-os de estados de simulação ou coma profundo.
Durante uma perícia em uma cena de crime, o legista se deparou com um corpo apresentando múltiplas lesões. Algumas eram superficiais, como escoriações, enquanto outras eram mais profundas, como lacerações e contusões. O exame preliminar sugeriu que as lesões foram causadas por um objeto contundente, mas a natureza exata do instrumento ainda era incerta. Diante desse cenário, o perito precisa classificar corretamente as lesões para auxiliar na investigação.
Um corpo foi encontrado em um ambiente com pouca ventilação e alta concentração de um gás específico, que posteriormente foi identificado como um asfixiante inerte. A vítima apresentava coloração arroxeada na pele e nas mucosas, e a ausência de sinais externos de luta ou lesões traumáticas significativas. O perito precisa determinar a causa da morte com base nos achados e no contexto.
Um órgão da administração pública federal, ao constatar que um de seus contratos administrativos continha cláusulas abusivas e prejuízo ao erário, decidiu, de ofício, revisar o ato e anular as cláusulas consideradas ilegais. Paralelamente, o Tribunal de Contas da União (TCU), ao fiscalizar a mesma contratação, identificou irregularidades e determinou a suspensão dos pagamentos e a apuração de responsabilidades. Um deputado federal, preocupado com a gestão dos recursos públicos, solicitou ao Congresso Nacional a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso.
Um servidor público concursado, após ser aprovado em todas as etapas de um processo seletivo, foi nomeado para o cargo de analista judiciário em um tribunal estadual. Durante o período de estágio probatório, ele apresentou desempenho insatisfatório em suas funções, com reiteradas falhas na elaboração de relatórios e descumprimento de prazos. A chefia imediata, após avaliações formais e advertências, propôs a sua exoneração.