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O impossível é transformar o mundo que, para ser, tem de estar sendo, num mundo inapelavelmente imóvel, em que nada pudesse ocorrer fora do já estabelecido. Um mundo plano, horizontal, sem tempo. Algo assim até que é compatível com a vida animal, mas incompatível com a existência humana. É neste sentido que o animal se adapta a seu suporte enquanto o ser humano, integrando-se a seu contexto, por nele intervir, o transforma em mundo. Por isso também mulheres e homens contamos a história do que ocorre no suporte; falamos da vida ou das várias formas de vida que nele se realizam enquanto a história de que falamos e que se processa no mundo é a história feita pelos seres humanos e que os faz e refaz.
(FREIRE, Paulo. À sombra desta mangueira. Rio de Janeiro: Paz e Terra,2015, ed. digital, grifos do autor)
Podemos inferir a partir do fragmento acima que a linguagem tem um significado social e cultural por ser
Hilton Japiassu, em Interdisciplinaridade e patologia do saber (1976), assinala que a interdisciplinaridade é uma resposta a um processo de desintegração crescente do saber, que viria desde o advento da Idade Moderna. Das possíveis demandas que vêm, nos últimos tempos, mobilizando uma resposta a essa desintegração, conforme propostas pelo autor, é INCORRETO dizer que há uma demanda
De acordo com a resolução do Conselho Estadual de Educação da Bahia, é referência curricular obrigatória para os sistemas e redes de ensino, bem como para as instituições públicas e privadas da Educação Básica
João é um adolescente, aluno de uma escola na qual os professores o consideram muito inteligente, mas pouco produtivo nas provas. Muitas vezes João reclamou do tipo de avaliação, alegando que estas só enfatizavam memorização de conteúdo. Por fim, acabou sendo reprovado no 8o ano. Seus pais contestaram a decisão da escola e seus critérios avaliativos, recorrendo a instâncias superiores. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, em seu art.53, inciso III,
Uma professora de Inglês da rede pública do estado da Bahia utilizou em suas aulas textos na língua inglesa, com conteúdo sobre a cultura religiosa afro-brasileira. Algumas famílias fizeram reclamações à direção da escola, alegando que esse tipo de conteúdo não fazia parte das aulas de língua estrangeira.
De acordo com o Plano Estadual de Educação da Bahia (11 de maio de 2016), a direção da escola deve